Introdução
Qual o motivo que leva uma pessoa a tornar-se um
Professor? Muitos responderam com a seguinte afirmação: “Havia um(a)
professor(a)...” Bons professores influenciam muito a vida de seus alunos.
Porém gostaria de citar algumas pessoas que nunca entraram em uma sala de aula,
mas influenciaram vidas e transformaram vidas. Moisés no final de sua vida
dedicou muito tempo com discursos ao povo de Deus (Dt 1) e seu discípulo Josué
agiu da mesma forma (Js 23 e 24). Elias teve em Eliseu seu principal
aprendiz. (II Rs 2 e 3). No entanto o melhor exemplo para tratar deste assunto
é a pessoa bendita de Jesus Cristo.
A influência da pessoa de
Jesus
A. A HARMONIA ENTRE A SUA VIDA E A SUA MENSAGEM
O que Ele era pessoalmente, contribuiu consideravelmente para o efeito do Seu ensino. Sua vida brilhava no meio do Seu ensino; Seu ensino se deixava ver na Sua vida. Havia harmonia entre a vida e a mensagem de Jesus, uma unidade que O tomava quase irresistível.
H.H. Home sugeriu cinco qualificações essenciais para um mestre de alcance mundial. São: (1) uma visão de alcance mundial (Ele disse: "Ide por todo o mundo"); (2) conhecimento do coração do homem (João disse que Ele "sabia o que era a natureza humana"); (3) domínio total da matéria ensinada (Os soldados disseram: "Jamais alguém falou como este homem"); (4) capacidade para ensinar (Ensinava de maneira tão singela as mais profundas verdades que "o povo o escutava com prazer"); (5) uma vida que concretize o ensino.
Jesus vivia aquilo que pensava. Era a verdade personificada, a verdade encarnada. Disse: "Eu sou... a verdade" (João 14.6). Esta encarnação surgiu da realidade de ser Ele Deus, o Verbo Eterno (João 1.1). Era, também, a conseqüência do Seu estudo da verdade através do qual fez da verdade uma parte da Sua própria Pessoa: "E crescia Jesus em sabedoria" (Lucas 2.52).
É o poder da verdade encarnada no campo da educação inconsciente que torna tão eficaz o ensino cristão. Quando o mestre e a sua lição se harmonizam a ponto de ser difícil a distinção entre ambos, então, o aluno é impressionado pelo ensino e também pelo mestre. É então que a veracidade do todo, de maneira um pouco inconsciente porém muito positiva, penetra no seu ser. É então que os homens param no meio das suas atividades e clamam: "Que faremos, irmãos?" (Atos 2.37).
Esta harmonia entre a vida e a mensagem que era tão evidente na Pessoa de Cristo, pode ser ilustrada muitas vezes da narrativa dos Evangelhos. Seguem-se alguns exemplos:
1. Jesus ensinava a mansidão. Disse: "Bem-aventurados os mansos, porque
herdarão a terra" (Mateus 5.5); "Eu, porém, vos digo: Não resistais
ao perverso; mas a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a
outra" (Mateus 5.39); "Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim,
porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas
almas" (Mateus 11.29). Nenhuma vida demonstrou com tanta perfeição a
virtude da mansidão, tão freqüentemente desprezada, como a de Jesus. Deixou
transparecer a mansidão quando lavou os pés dos discípulos. Demonstrou-a
quando vieram os soldados para levá-Lo para ser julgado. Evidenciou mansidão
ante a multidão que amaldiçoava, que cuspia e que acusava, enquanto Ele Se
conservava calado. A admoestação que Ele deu, no sentido de se voltar a outra
face, é até hoje considerada um desafio que poucas pessoas sabem aceitar,
porque não acham em si mesmas a capacidade de agir assim. A mansidão de Jesus
nunca foi igualada pelos homens.
1. Jesus ensinava o servir. Disse: "Quem quiser ser o primeiro entre vós,
será servo de todos. Pois o próprio Filho do homem não veio para ser servido,
mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos" (Marcos 10.44, 45); "Em verdade vos afirmo que sempre que o
fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" (Mateus 25.40). Não se pode citar maior exemplo de uma vida de
serviço do que a de Jesus. Em outra ocasião, no cenáculo, deu aos discípulos
uma lição objetiva quanto ao servir aos outros. Foi descrito como sendo aquele
que "andava por toda a parte, fazendo o bem". Cristo nunca rejeitou
qualquer pedido de ajuda. Sempre estava disposto a ir e a dar de Si mesmo.
2. Jesus ensinava o perdão. Disse: "Porque se perdoardes aos homens as
suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará" (Mateus 6.14). "Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou:
Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe?
Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até
setenta vezes sete" (Mateus 18.21, 22). Jesus
ensinou, igualmente, que o perdão deve vir do íntimo do coração (Mateus 18.35). Jesus perdoou a Pedro depois de este O ter negado
três vezes. Demonstrou um espírito de perdão a Judas, mesmo quando este veio
traí-Lo: "Amigo, para que vieste?" (Mateus 26.50). Na Cruz, Jesus clamou: "Pai, perdoa-lhes,
porque não sabem o que fazem" (Lucas 23.34). Este é o exemplo supremo do perdão, exemplo este
que Estêvão imitou enquanto estava sendo apedrejado.
4. Jesus ensinava a
necessidade da retidão. Disse: "Se
a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus..." (Mateus
5.20). Disse também: "Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso
Pai celeste" (Mateus 5.48). Jesus não pediu a ninguém que mostrasse uma
vida de pureza e de separação do mal que Ele pessoalmente não demonstrou
primeiro. Disse aos judeus que O acusavam: "Quem dentre vós me convence do
pecado?" (João 8.46). Aos Seus discípulos, disse: "Aí vem o príncipe
do mundo; e ele nada tem em mim" (João 14.30). Aqueles que dia após dia
procuravam algum motivo para acusá-Lo se sentiram forçados a apelar à acusações
falsas. Até Pilatos testificou: "Eu não acho nele crime algum" (João
19.6).
B. UMA AUTORIDADE NUNCA
SUPERADA
Um dos desafios mais sérios já lançados contra Jesus dizia respeito à Sua autoridade. Enquanto Ele ensinava no templo em Jerusalém, aproximaram-se dEle os principais sacerdotes, os escribas, e os anciãos, perguntando: "Dize-nos: com que autoridade fazes estas coisas? ou quem te deu esta autoridade?" (Lucas 20.2). A inveja lhes cegara os olhos a tal ponto que não puderam perceber o que Ele fazia, o testemunho das Suas obras; apenas conseguiram perceber que Ele não era um deles, e que não tinha autoridade escrita da parte deles. (Naquela época, o assunto de autorização para ensinar era importantíssimo, especialmente em Jerusalém, tão dominada pela classe sacerdotal). Jesus não aceitou indagações deste tipo, e como resposta, lhes fez uma pergunta acerca do batismo de João que os deixou confusos e frustrados.
Jesus tinha autoridade ampla, ultrapassando qualquer autoridade previamente outorgada por Deus ou pelos homens. Jesus disse: "Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra" (Mateus 28.18). Tinha a autoridade de quem sabia acerca de que falava, contrastada com a que se dá na terra, autorizando alguém a falar em público. Como disse McKoy: "Jesus sentia que o Espírito de profecia operando no Seu íntimo era a única autoridade que Lhe, era necessária. Era a própria voz de Deus, que não precisava de reconhecimento oficial de qualquer organização da terra. A ordenação da parte dos rabinos não poderia acrescentar nada à comissão recebida do Altíssimo" ("A Arte de Jesus como Mestre", pág. 28). Sua autoridade era a de quem estava comissionado da parte de Deus, comissão essa que Lhe foi outorgada no Seu batismo no Jordão e, mais uma vez, no Monte da Transfiguração — a maior autoridade já concedida.
Jesus demonstrou Sua autoridade na cura do endemoninhado. Todos os que estavam perto diziam: "Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!" (Marcos 1.27). Jesus demonstrava Sua autoridade onde e quando quer que ensinasse. W.A. Curtis disse: "A rocha à beira do caminho ou um assento recebido por empréstimo duma casinha na vizinhança, transformava-se em cátedra de autoridade de alcance mundial, que soberanos e papas bem poderiam invejar, uma vez que Jesus ali tomasse Seu assento" (Jesus Christ the Teacher - "Jesus Cristo o Mestre", pág. 16). "Porque os ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas" (Marcos 1.22).
A autoridade de Jesus fundamentava-se na Sua comissão divina e no Seu conhecimento da verdade — no fato de ser Ele a própria Verdade. Era esta a autoridade que tanto contribuiu à Sua influência como Pessoa e que atraía para Ele os ouvidos de todos. Nisto também, Jesus é o exemplo do professor cristão.
C. JESUS DEMONSTROU FÉ NA HUMANIDADE
Jesus tinha fé suprema nos homens, acreditava na humanidade. Demonstrou-a quando chamou e treinou os Seus discípulos, bem como quando trabalhava com outros alunos. J.M. Price disse que Jesus tinha uma "visão de longo alcance" quando chamou os Seus seguidores. Disse: "Assim como o artista já vê na tela o quadro em perspectiva, e o escultor vê na tosca pedra a estátua que há de nela entalhar, assim também o Mestre via em cada aluno a personalidade que haveria de existir, e trabalhava com otimismo e paciência para concretizar este conceito" (Jesus the Teacher - "Jesus o Mestre dos Mestres, pág. 47). Quando viu Pedro, percebeu o que Pedro podia chegar a ser, e exprimiu a Sua convicção. O mesmo se pode dizer a respeito dos outros discípulos. Disse a Natanael: "Eis um verdadeiro israelita em quem não há dolo!... Pois maiores coisas do que estas verás" (João 1.47, 50).
Jesus demonstrou a fé que tinha nos homens, quando deixou nas mãos dos discípulos uma incumbência de grande confiança. Teria sido tão fácil Ele exercer o sentimento de que Lhe seria necessário ficar na terra para supervisionar a obra. "Jesus, porém, cessou Sua obra de ensino na terra, e deixou, por Sua própria vontade, esta vida mortal, com fé suprema tanto nos homens que treinara para assumir a Sua obra, como no Pai, de Quem era e continua sendo a obra" (Weigle, Luther A., The Pupíl and the Teacher - "O Aluno e o Professor", pág. 216).
Fé nas pessoas! Quem ensina precisa tê-la. Necessariamente deve estar presente na situação de aprendizagem. O professor deve descobrir nas pessoas coisas boas, esperar da parte delas uma resposta positiva, e crer que as pessoas possam desenvolver-se. O professor ensina alunos; deve, portanto, crer neles!
Um dos desafios mais sérios já lançados contra Jesus dizia respeito à Sua autoridade. Enquanto Ele ensinava no templo em Jerusalém, aproximaram-se dEle os principais sacerdotes, os escribas, e os anciãos, perguntando: "Dize-nos: com que autoridade fazes estas coisas? ou quem te deu esta autoridade?" (Lucas 20.2). A inveja lhes cegara os olhos a tal ponto que não puderam perceber o que Ele fazia, o testemunho das Suas obras; apenas conseguiram perceber que Ele não era um deles, e que não tinha autoridade escrita da parte deles. (Naquela época, o assunto de autorização para ensinar era importantíssimo, especialmente em Jerusalém, tão dominada pela classe sacerdotal). Jesus não aceitou indagações deste tipo, e como resposta, lhes fez uma pergunta acerca do batismo de João que os deixou confusos e frustrados.
Jesus tinha autoridade ampla, ultrapassando qualquer autoridade previamente outorgada por Deus ou pelos homens. Jesus disse: "Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra" (Mateus 28.18). Tinha a autoridade de quem sabia acerca de que falava, contrastada com a que se dá na terra, autorizando alguém a falar em público. Como disse McKoy: "Jesus sentia que o Espírito de profecia operando no Seu íntimo era a única autoridade que Lhe, era necessária. Era a própria voz de Deus, que não precisava de reconhecimento oficial de qualquer organização da terra. A ordenação da parte dos rabinos não poderia acrescentar nada à comissão recebida do Altíssimo" ("A Arte de Jesus como Mestre", pág. 28). Sua autoridade era a de quem estava comissionado da parte de Deus, comissão essa que Lhe foi outorgada no Seu batismo no Jordão e, mais uma vez, no Monte da Transfiguração — a maior autoridade já concedida.
Jesus demonstrou Sua autoridade na cura do endemoninhado. Todos os que estavam perto diziam: "Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!" (Marcos 1.27). Jesus demonstrava Sua autoridade onde e quando quer que ensinasse. W.A. Curtis disse: "A rocha à beira do caminho ou um assento recebido por empréstimo duma casinha na vizinhança, transformava-se em cátedra de autoridade de alcance mundial, que soberanos e papas bem poderiam invejar, uma vez que Jesus ali tomasse Seu assento" (Jesus Christ the Teacher - "Jesus Cristo o Mestre", pág. 16). "Porque os ensinava como quem tem autoridade, e não como os escribas" (Marcos 1.22).
A autoridade de Jesus fundamentava-se na Sua comissão divina e no Seu conhecimento da verdade — no fato de ser Ele a própria Verdade. Era esta a autoridade que tanto contribuiu à Sua influência como Pessoa e que atraía para Ele os ouvidos de todos. Nisto também, Jesus é o exemplo do professor cristão.
C. JESUS DEMONSTROU FÉ NA HUMANIDADE
Jesus tinha fé suprema nos homens, acreditava na humanidade. Demonstrou-a quando chamou e treinou os Seus discípulos, bem como quando trabalhava com outros alunos. J.M. Price disse que Jesus tinha uma "visão de longo alcance" quando chamou os Seus seguidores. Disse: "Assim como o artista já vê na tela o quadro em perspectiva, e o escultor vê na tosca pedra a estátua que há de nela entalhar, assim também o Mestre via em cada aluno a personalidade que haveria de existir, e trabalhava com otimismo e paciência para concretizar este conceito" (Jesus the Teacher - "Jesus o Mestre dos Mestres, pág. 47). Quando viu Pedro, percebeu o que Pedro podia chegar a ser, e exprimiu a Sua convicção. O mesmo se pode dizer a respeito dos outros discípulos. Disse a Natanael: "Eis um verdadeiro israelita em quem não há dolo!... Pois maiores coisas do que estas verás" (João 1.47, 50).
Jesus demonstrou a fé que tinha nos homens, quando deixou nas mãos dos discípulos uma incumbência de grande confiança. Teria sido tão fácil Ele exercer o sentimento de que Lhe seria necessário ficar na terra para supervisionar a obra. "Jesus, porém, cessou Sua obra de ensino na terra, e deixou, por Sua própria vontade, esta vida mortal, com fé suprema tanto nos homens que treinara para assumir a Sua obra, como no Pai, de Quem era e continua sendo a obra" (Weigle, Luther A., The Pupíl and the Teacher - "O Aluno e o Professor", pág. 216).
Fé nas pessoas! Quem ensina precisa tê-la. Necessariamente deve estar presente na situação de aprendizagem. O professor deve descobrir nas pessoas coisas boas, esperar da parte delas uma resposta positiva, e crer que as pessoas possam desenvolver-se. O professor ensina alunos; deve, portanto, crer neles!
D. JESUS APOIAVA SEU ENSINO COM ORAÇÃO
A totalidade de João 17 é uma oração proferida
pelos lábios de Cristo, a maior parte dela sendo feita em prol dos Seus
discípulos. Disse: "É por eles que eu rogo", por aqueles que me
deste". Foi esta uma das muitas ocasiões em que Jesus orou. Sempre Suas
orações visavam o bem dos outros, e muito freqüentemente eram aqueles a quem
ensinava que Jesus levava ao Pai em oração.
E. ENSINAVA DE MODO PACIENTE E DELIBERADO
Não se pode citar melhor exemplo de paciência para com os alunos do que o modo de Jesus ensinar Seus discípulos. Parece que eram lentos em aprender e em compreender o significado daquilo que Jesus lhes ensinava. No começo, não souberam captar e aplicar devidamente as declarações de Jesus. Pensavam em termos de um reino terrestre e de reforma social. Pensavam que a popularidade de Jesus continuaria a crescer. Paulatinamente, no entanto, chegaram a perceber a verdade e a compreender o significado do que Ele dizia. Foi então que Seu ensino paciente e deliberado deu resultado: recebeu o galardão do professor — a devida resposta por parte dos alunos — e viu Seus ensinamentos viver nos Seus alunos.
E. ENSINAVA DE MODO PACIENTE E DELIBERADO
Não se pode citar melhor exemplo de paciência para com os alunos do que o modo de Jesus ensinar Seus discípulos. Parece que eram lentos em aprender e em compreender o significado daquilo que Jesus lhes ensinava. No começo, não souberam captar e aplicar devidamente as declarações de Jesus. Pensavam em termos de um reino terrestre e de reforma social. Pensavam que a popularidade de Jesus continuaria a crescer. Paulatinamente, no entanto, chegaram a perceber a verdade e a compreender o significado do que Ele dizia. Foi então que Seu ensino paciente e deliberado deu resultado: recebeu o galardão do professor — a devida resposta por parte dos alunos — e viu Seus ensinamentos viver nos Seus alunos.
F. AMAVA OS SEUS ALUNOS
Tidwell disse: "De todo o poder que Jesus possuía, o poder do seu coração era o mais eficaz" (Tidwell, J.B. "Engrandecimento do Professor da Escola Dominical"). Seu amor para com os Seus alunos foi percebido quando olhou com ternura para Pedro; foi visto dia após dia na sua dedicação aos seus discípulos, foi ouvido quando orava por eles. Percebeu-se enquanto Ele chorava de compaixão das multidões, e ao chorar sobre Jerusalém. Foi visto enquanto chorava ao lado do túmulo de Lázaro. Demonstrou-se, de modo final, enquanto Ele estava pendurado na Cruz. Para Ele, o aluno era de suma importância, e estava disposto a dar tudo em prol do aluno. "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (João 15.13). O amor é o poder que liga o professor ao aluno e faz com que haja um esforço supremo por parte do professor. Ajuda o professor a fazer o melhor possível e a dar tudo de si.
Tidwell disse: "De todo o poder que Jesus possuía, o poder do seu coração era o mais eficaz" (Tidwell, J.B. "Engrandecimento do Professor da Escola Dominical"). Seu amor para com os Seus alunos foi percebido quando olhou com ternura para Pedro; foi visto dia após dia na sua dedicação aos seus discípulos, foi ouvido quando orava por eles. Percebeu-se enquanto Ele chorava de compaixão das multidões, e ao chorar sobre Jerusalém. Foi visto enquanto chorava ao lado do túmulo de Lázaro. Demonstrou-se, de modo final, enquanto Ele estava pendurado na Cruz. Para Ele, o aluno era de suma importância, e estava disposto a dar tudo em prol do aluno. "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (João 15.13). O amor é o poder que liga o professor ao aluno e faz com que haja um esforço supremo por parte do professor. Ajuda o professor a fazer o melhor possível e a dar tudo de si.
PERGUNTAS PARA REFLEXÃO
1. O que significa a unidade de vida e de
mensagem, que se percebe nos ensinos de Jesus?
2. Cite alguns exemplos da unidade mencionada acima.
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